Avoir peur. Avant de. Momento agora. E era isso que eu acho que mais me assombrava. Antes mesmo de ter visto o instante ato, instante do ato, sentir o pingo do suor no momento exato da transpiração, por sair urgentemente de meus poros. Logo então sabia o que seguia-se. Algo como: Ter medo de, por saber, simplesmente. Se não o soubesse respiraria ofegante. Metia-a-cara-a-tapa. Du premier coup. Já. Olhava para baixo e dava um passo atrás por só ver chão, e assim resistia ao salto. E assim fiz diversas vezes com os momentos que eu chamei de inteiros. E nus. Sentidos bem apurados, texturas bem definidas. Entenda-se por momentos inteiros e nus. Algo que bastante se assemelha em demasia com realidades intensas. Pure. Pure. Pure. Puremente et simplement. Sempre resistindo a saltos diantes de. à todo tempo. E não era assim, pois, quando se falava de instantes desconhecidos ou até mesmo do senãoosoubesse. Estes eram construidos de impulsos. E bem quero saber o que hoje é consequência de tais impulsos. Pois sendo assim é consequência de diversas contrações, partos e mais partos. Nascimentos de, hoje, uma infinidade de maus e bons tempos. E voltar aos instantes é como enfiar a mão, arrancar o âmago, retroceder à primeira contração. Assim formando uma dualidade de tempos. Como lembrança e saudade, ação-reação, par conséquent. Divididos por sua vez, por um simples presente. Passado, presente, futuro. Passado-presente-fururo. Não necessáriamente nessa órdem disposta. Je fermais mes yeux et par le passé qui me prenait. Il me encourageait à supporter des instants soudaine. Sentait mes mains apalparem ce que je savais ne pas exister et apartir de l'instant maintenant aurait, des peurs antécédentes, de la peur et de la peur et de la peur. Et des peurs que je sentirais, pra toujours. Toujours. Sempre.
Um comentário:
me lembrei de lispector e nietzsche, sendo que numa linguegam diferente.
labiríntica.
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