Vai, continua, vai... é disso mesmo que estamos falando, continuar. Continua PORRA! Tudo sempre esteve assim e você nunca conseguiu enxergar mais que dois palmos de seu próprio plano corporal. Logo logo vem a escuridão novamente esmorecer os ossos. E de repente, com quatro ou cinco bocejadas encerra-se o grande ciclo rotineiro. Mas que grande merda, heim? Quem diria que terminaria assim, grande companheiro?! Ou melhor, continuaria assim. Teu silêncio é o manto que me cobre esses anos todos e só hoje vim (des)cobrir o frio que sempre existiu lá fora. Silêncio maldito que ecoa vento o tempo todo. - Exala de ti isso que em ti implode. Isso é uma súplica, humilde e desesperada. Ejacula o que te agarra! É desse prazer que te falo, baby. É um simples se arrastar até o abismo e pular de vez, grita. Expande tua pele. Arrepia, assim disperso-me das baixas temperaturas.
- Meus poros estão gotejados.
És demasiado insólito, pros meus anseios climáticos.
CONTINUA!
CONTINUA!
4 comentários:
Adoro ler esse tipo de coisa
(especialmente de madrugada)
=*
é escroto diga!
legal geral!
:)
lindo.
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