06 julho, 2008

Divagações claustrofóbicas de uma quinta-feira rodeada de luz e sombra

Hoje talvez não conseguirei dormir por saber que "isso" me acompanha sempre ou apenas porque eu me acompanho só e esteja aí exatamente o problema. Perdão, eu me acompanho e só, e "isso" seja verdadeiramente o problema. Estou com saudade de momentos de risos intensos e afobações de alegria, daquelas, sabe? Que penetra na alma e permanece por um bom tempo, ou tempo bom... Também sinto saudade das coisas que eu era, e por descuido do tempo, talvez, não mais o consiga ser. Hoje de manhã uma pessoa me disse que eu era a única que mais conseguia entendê-la e eu dei-me conta da quantidade de pessoas que já disseram isso pra mim e da quantidade de vezes que elas disseram isso para as muitas únicas pessoas que mais conseguiram entender elas. ─ O mais legal é saber que enquanto eu tô aqui escrevendo, as pessoas do mundo inteiro estão buscando uma constante adaptação uma com as outras conforme seus costumes e condições emocionais. E por fim, ultimamente me vêm umas sensações esquisitas de tá perdendo o pouco que me tem, aos poucos, bem aos poucos... inclusive as palavras.

Nessa ordem.

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