Então, foi assim: Eu deixei meus olhos entre-abertos. Apreciei aquela sucessão de movimentos em planos-detalhe diante da escuridão por entre feixes de luzes desperdiçadas da cidade que pela janela, dormia. E em mim, o ti fragmentado em vultos, encouraçava-me em pele, toque, mão, pouco-a-pouco, tendo-te em gestos sensíveis. Reflexos, sangue que grita, come, salta. Coração que me toma o sangue, suga, prende, torce, cede. Invade. Nunca o ti inteiro, pra que em mim sempre haja ainda onde eu te descubras. O céu não é o limite, então crie asas pra voar.
Um comentário:
"O céu não é o limite, então crie asas pra voar."
é.
;**
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